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publicado por anita, em 25.11.10 às 14:16link do post |  O que é? |  O que é? | favorito

 

Reza a história, que qualquer ser humano deve buscar o que quer, ir à luta, sair do seu ninho.

Foi o que fizeram os nossos ancestrais, em busca de alimento, melhor abrigo e água.

Deslocaram-se durante milhares de anos em busca do que queriam e de melhores condições de vida.

 

 

Hoje em dia, já munidos de todo o conforto possível e alimento, buscamos algo mais.

Este "algo mais" sai do âmbito material e é enquadrado na coisa psicológica.

 

 

Mas até esta coisa psicológica tem os seus "Q´s":

  • Se vamos atrás daquilo que queremos, normalmente somos apelidados de "abusivos" ou "este tem a mania....";
  • Se ficamos quietos no nosso canto, somos uns "acomodados";
  • Se fazemos um bocadinho dos dois, "não sabemos o que queremos".

Assim fica difícil!!

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Há 4 dias que estou com uma dor de cabeça que não vai embora.

Já tentei de tudo, mas ela presiste em chatear-me, como se já não houvesse bastante a fazê-lo.

Teimo em vencê-la sem qualquer tipo de comprimido, mas não sei se vou conseguir.

 

Não sei a causas desta "Major Headache", mas pressinto a causa de outras situações.

 

Há casos em que as pessoas vivem como se tivessem uma parede acoplada às suas costas ou à sua barriga.

Tenho alguma pena destas gentes: não ficam magoadas, mas apenas fingem viver. E fingem tão bem que todos acham que estão bem.

Mas claro que não, porque não estão em pleno. Apenas fingem sentir, estar e ser.

Mas não sentem, não estão nem o são.

E é uma pena.

 

Depois temos os que dão aquele mergulho naquela piscina de água tépida, que afinal estava gelada.

Estes, coitados, é ainda pior, não pensam e atiram-se, confiando em alguém que disse que a água estava tépida.

São os cegos.

 

Por fim, há aqueles que conseguem dosear bem estes dois termos e dão uma no cravo e outra na ferradura.

Como no cavalo.

Provavelmente não sabem nunca muito bem o que estão a fazer, mas lá se vão safando.

 

Haverá outras classes de gentes concerteza, mas o meu propósito não é classificar ninguém, até porque odeio quem o faz (e todos o fazemos...) e muito menos julgar quem é assim ou assado.

 

O meu propósito é apenas dizer que, se não nos sentirmos bem com o que somos, se não encararmos a vida como um dar e receber continuo, se não incluirmos o sentimento nestas trocas, não sairemos do lugar em que ficamos presos.

 

Tornamos-nos estéreis de emoções....e o sentimento é a única coisa que nos distingue das máquinas.

 

Há que não esquecê-lo!

 

 

 

 

 

 

 


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