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publicado por anita, em 31.08.11 às 16:54link do post |  O que é? |  O que é? | favorito

 

Vi este poema.

Decidi colocá-lo no meu blog.

 

NÃO ME CHAMEM COBARDE

Quando uma lágrima nasce
Dos tristes olhos da saudade
Não existe sofrimento, por dentro
Morre em nós a liberdade.

Quando uma ave se perde
No negro da alma magoada
Não há lamento, tormento
É viver a dor do nada.

E o destino baila um gemido
Nas penas da dor tamanha
E sempre volta, revolta

Esta tristeza tão estranha.
Espezinhem-me à vontade
Mas não me chamem cobarde.

Regensburg
02-08-2010
Beija-flor


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