idéias soltas
Quinhones
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publicado por anita, em 07.07.11 às 19:38link do post | favorito

 

Terminei de ler este livro de José Rodrigues dos Santos.

A trama passa-se no início do século XX, em 1929, uma das minhas épocas favoritas.

Não consegui descansar até terminá-lo.

Resumidamente é uma tragédia de amor, contextualizada numa vida social rígida, pós implantação da República e em pleno início do Salazarismo.

O papel da PIVDE, "pevide", é intensamente descrito, bem como e paralelamente a guerra civil espanhola e as relações entre homens portugueses e mulheres espanholas.

Um amor castrado em todas as alturas da vida de Luís Afonso e de Amélia: primeiro pela mãe dela, depois pelas circunstâncias da vida.

Termina com o suicídio de Luís, que a única e verdadeira coisa que queria era amar Amélia.

 

Para quem gosta do género, aconselho.

Eu gostei bastante da escrita e da história, sabe Deus, senão verdadeira em muitas das suas facetas.


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publicado por anita, em 07.07.11 às 16:57link do post | favorito

Ontem, todos os caminhos foram dar a Algés, ao Festival Optimus Alive!

Os COLDPLAY actuavam às 22H e pelo menos 52 000 pessoas iriam assistir.

Optei por ir de comboio: a viagem seria mais tranquila e conseguiria capturar momentos como este.....

 

 

A foto revela o vandalismo ou um acidente na janela do comboio onde ía.

É portanto, o sol a passar numa janela completamente estilhaçada.

 

Chegada a Algés, observei com atenção a organização policial à volta do evento e confesso que fiquei surpreendida com a eficácia demonstrada pela PSP - controlo alternado entre trânsito e população. Apesar de muita gente no local tudo decorria calmamente: uns esperavam, outros cantavam e ainda havia quem vendesse super bock de Vialonga - um africano com missangas na barbicha, que não deixava de estar engraçado.

 

Lá dentro, o recinto amplo e com muitas atracções - Matrecos, comes e bebes com fartura, farturas, stands promocionais de empresas conhecidas, e, salvo erro, 4 palcos. Músicas para todos os gostos.

 

Uma curiosidade - Distribuição gratuíta de Preservativos embalagem Verde à entrada e embalagem vermelha à saída (não sei se terá algum significado especial...)

 

Os COLDPLAY entraram pontualmente às 22H, após uma boa actuação dos BLONDIE.

O vento era fresco demais e decidi colocar o meu polar Berg....apesar de estar mais apertada que numa lata de atum.

 

Muitas músicas novas, muitos abrandamentos de ritmo para um Festival de Verão.

Mesmo assim, ouviram-se com agrado numa noite sob a égide da ursa maior que estava mesmo por cima de nós.

 

 

 

 


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publicado por anita, em 07.07.11 às 13:45link do post | favorito

Atrevo-me a começar este texto pela frase:

"Não pertenço aqui".

Não pertenço a uma sociedade povoada de mentiras e hipocrisia sem precedentes.

Não pertenço à falta de respeito e consideração dos mais chegados ou dos desconhecidos.

Não consigo lidar com gente deste calibre.

Há falta de tudo: de cavalheirismo, de bondade, de diálogo, de civismo, de temperança, de flexibilidadede comportamentos....só reacções em cadeia.

 

Como espirais.

 

Espiral ascendente ou descendente?

 

Como é que podemos minimizar este estado de coisas?

É mais ou menos como a história do copo meio vazio ou meio cheio - como é que o vemos?

 

Uma espiral negativa pode muito bem ser uma pera ao contrário, logo nada tem que ver com negativo ou positivo, mas com posição.

 

 

Ou um iceberg com tudo por revelar.

 

Tem tudo a ver com a forma como encaramos os factos, é uma verdade.

Raramente exploramos todo o conceito até ao fim, desistimos a meio, levados pelo lufa-lufa quotidiano, pelos medos, pela rejeição anunciada.

E simplesmente, muitas vezes, pecamos por ficar a meio, por não descobrir nem 1/10 do que É!

Do que ESTÁ!

 

Exemplo disso é a Pantera Cor de Rosa!

 

É macho ou femea? Nunca me tinha lembrado desta questão e achei até engraçado, pois não obtive resposta.

E...Cor de Rosa??

Este desenho animado foi criado nos anos 60 e ser um macho cor de rosa é muito avançado para a época!

 

Brincadeira à parte, certo é que vivemos tempos de egoísmo e vaidades....sem olhar a quem!

 

Melhor mesmo dirigir-me à Terra do Nunca ou ao País das Maravilhas e trocar umas ideias com a Sininho e com a Alice,

abstrir-me desta realidade podre e continuar a ser e estar sem esperar nada de volta.

 

Nunca Esperar Nada de Volta!


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